Os astrônomos encontraram silicatos cristalinos em cometas. Regiões ultrafrias como o Cinturão de Kuiper e a Nuvem de Oort abrigam esses cometas. Mas os silicatos cristalinos precisam de calor intenso para se formar. Então, como é que essas partículas são encontradas nos cometas? Essa observação do Webb forneceu evidências para explicar isso.
Para esse estudo, a equipe de pesquisadores usou o Instrumento de Infravermelho Médio (MIRI) do Webb para observar uma protoestrela (estrela recém-formada) catalogada como EC 53. Eles descobriram que os silicatos cristalinos se formaram na parte interna quente do disco de gás e poeira que circunda a estrela (disco protoplanetário).
A partir das observações, a estrela passa por uma fase de explosão bombástica de 100 dias. Durante esse período, a jovem estrela devora o gás e a poeira circundantes e lança poderosos jatos e fluxos de saída. Webb observou que esses fluxos são potentes o suficiente para lançar os silicatos cristalinos formados para a borda do disco protoplanetário da estrela. Em comparação com nosso próprio sistema solar, essa borda é onde os cometas são encontrados principalmente.
Essa observação fornece evidências sobre o motivo pelo qual os astrônomos encontram silicatos cristalinos formados pelo calor em cometas que supostamente são bolas de neve geladas. O estudo foi publicado na revista Nature em 21 de janeiro.
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