Pela primeira vez, o Telescópio Espacial James Webb mapeou as auroras de Urano em 3D

O Telescópio Espacial Telescópio Espacial James Webb é uma ferramenta muito importante para os astrônomosgraças a instrumentos capazes de realizar feitos notáveis. Recentemente, ele mapeou as auroras de Urano em 3D, permitindo que os cientistas cientistas estudem esse fenômeno com maior precisão.
Paola Tiranti, pesquisadora da Universidade de Northumbria, no Reino Unido, explica em um comunicado à imprensa que Urano tem uma das magnetosferas mais estranhas do sistema solar porque ela está deslocada do eixo de rotação do planeta.
Assim, com o Near-Infrared Spectrograph (NIRSpec) do Telescópio Espacial James Webb, os astrônomos puderam estudar sua rotação, o que é um grande avanço nesse campo, como explica Paola Tiranti:
"Ao revelar a estrutura vertical de Urano com tantos detalhes, o Webb está nos ajudando a entender o balanço de energia dos gigantes de gelo. Esse é um passo crucial para caracterizar os planetas gigantes além do nosso sistema solar. Esta é a primeira vez que conseguimos ver a atmosfera superior de Urano em três dimensões.Com a sensibilidade do Webb, podemos rastrear como a energia se move para cima através da atmosfera do planeta e até mesmo ver a influência de seu campo magnético desequilibrado."

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Embora essa imagem mostre auroras perto dos polos de Urano, o Telescópio Espacial James Webb também confirmou uma tendência que foi descoberta pela Voyager 2. Lançada em 20 de agosto de 1977, como parte do programa Voyager, ela sobrevoou Urano em 1986 e descobriu que sua atmosfera superior estava esfriando, o que acaba de ser confirmado pelo JWST:
"A equipe mediu uma temperatura média de cerca de 426 kelvins (cerca de 150 graus Celsius), que é mais baixa do que os valores registrados por telescópios terrestres ou naves espaciais anteriores."
Portanto, estudar esse planeta poderia ajudar os astrônomos a entender melhor os gigantes de gelo e todos os mistérios que os cercam. Sem mencionar que esse telescópio poderá fazer mais descobertas em um futuro próximo.
Fonte(s)
Geophysical Research Letters (Cartas de Pesquisa Geofísica), ESA
Fonte da imagem: ESA/Webb, NASA, CSA, STScI, P. Tiranti, H. Melin, M. Zamani (ESA/Webb)










